Tuesday, June 17, 2014

BRASIL 0 X 0 MÉXICO


BRASIL 0 X 0 MÉXICO
Copa do Mundo - Grupo A

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 17 de junho de 2014, terça-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 60.342
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Cartões amarelos: Brasil: Ramires e Thiago Silva; México: Aguilar e Vázquez
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires (Bernard) e Oscar (Willian); Neymar e Fred (Jô)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
México: Ochoa; Rodríguez, Héctor Moreno e Rafa Márquez; Aguilar, Herrera (Fabián), Vásquez, Guardado e Layún; Giovani dos Santos (Jiménez) e Peralta (Chicharito Hernández)
Técnico: Miguel Herrera
Estatísticas da equipe
14
Finalizações
13
8
Finalizações a gol
3
13
Faltas
18
53%
Posse de bola (%)
47%
5
Escanteios
3
3
Defesas
7
5
Impedimentos
0
0
0
2
2

         OCHOA, O MELHOR DO JOGO.
Ochoa defende chute de David Luiz no primeiro tempo de Brasil x M�xico (AP Photo/Themba Hadebe)
Guillermo Ochoa. O goleiro do México pode não ser muito regular, mas sabe ser espetacular. E foi demais no Castelão. Esteve muito seguro nas bolas aéreas e preciso nas saídas do gol. Sobretudo, demonstrou toda a sua elasticidade e os seus reflexos para espalmar a cabeçada de Neymar no primeiro tempo. Uma das defesas mais belas da Copa. No final, ainda estava no lugar correto para pegar a cabeçada à queima-roupa de Thiago Silva.
Melhores Momentos
FALTOU UM POUCO MAIS.
A TÁTICA
M�xico x Brasil
Brasil justifica o seu estigma e não sai do 0 a 0 com o México
Os mexicanos sabiam por experiências anteriores que “sí, se puede”, conforme eles gritaram durante todo o jogo desta terça-feira, no Castelão. Acostumado a encontrar dificuldades contra o México, o Brasil aumentou o seu estigma com um empate por 0 a 0 na segunda rodada do grupo A da Copa do Mundo. O resultado manteve as duas seleções igualadas na liderança, com 4 pontos cada.
Vindo de uma vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, o Brasil encontrou dificuldades para se posicionar com o meio-campista Ramires na vaga do atacante Hulk, com um incômodo na coxa esquerda, e levou alguns sustos do time que havia feito 1 a 0 sobre Camarões na estreia. No final, já com Bernard, Jô e Willian, tentou de todas as formas chegar ao gol. E parou na grande atuação do goleiro Ochoa.
Ainda invicto, mas sem 100% de aproveitamento, o Brasil jogará pela classificação às oitavas de final contra Camarões às 17 horas (de Brasília) de segunda-feira, no Mané Garrincha, enquanto Croácia e México irão se enfrentar na Arena Pernambuco. Camaroneses e croatas completarão a segunda rodada da chave na noite desta quarta-feira, na Arena Amazônia.
A Seleção Brasileira teve suas chances em Fortaleza, mas acabou parando no bom goleiro Ochoa
O jogo – Luiz Felipe Scolari teve novamente o ambiente que queria para uma partida da Seleção Brasileira em Copa do Mundo. O já tradicional Hino Nacional cantado à capela se repetiu no Castelão, levando às lágrimas até alguns voluntários da Fifa. A ideia para o jogo contra o México, no entanto, era não repetir também o nervosismo dos primeiros minutos da vitória sobre a Croácia.
Não foi possível eliminar todos os sinais de ansiedade. A Seleção deu a saída antes mesmo da autorização do árbitro Cuneyt Cakir. Errou alguns passes no princípio do jogo e não se mostrou ambientada à entrada do meio-campista Ramires no lugar do atacante Hulk, poupado. Era tudo o que o México queria para sedimentar a sua fortaleza no Ceará.
Sob os gritos de “sí, se puede” de seus torcedores, em grande número nas arquibancadas, os mexicanos justificaram o discurso do técnico Miguel Herrera e foram ao ataque. Não fizeram o goleiro Júlio César trabalhar com intensidade em suas investidas iniciais, porém aquilo era o suficiente para incomodar Felipão, irrequieto na área técnica.
Aos poucos, o Brasil ganhou terreno. O primeiro susto que deu nos mexicanos ocorreu aos 10 minutos, em um cruzamento da esquerda de Oscar. Fred arrematou firme, acertando o lado externo da rede – e ludibriando aqueles que gritaram “gol” e talvez o próprio assistente, que ameaçou correr para o centro do campo. Depois, ele ergueu a bandeirinha. Era a primeira das muitas vezes em que o centroavante brasileiro ficava impedido.
Fred não era o único que se mostrava deslocado. Daniel Alves irritou os mexicanos com algumas jogadas mais ríspidas, enquanto Ramires não sabia se atacava ou se defendia. Paulinho jogava como no Tottenham, e não como no Corinthians. Neymar tentou resolver o problema sozinho, com algumas arrancadas que levantaram o público presente, mas não conseguia transpor a bem armada defesa adversária.
Os mexicanos não se limitaram a defender e criaram problemas para o goleiro Júlio César
Como o Brasil não se impôs, o México retornou ao campo ofensivo. Peralta, o carrasco brasileiro nas últimas Olimpíadas, quase fez fila dentro da área de Júlio César. Mais tarde, Herrera testou o goleiro com uma finalização forte, de longe. A Seleção só foi responder aos 25 minutos, quando Neymar apareceu bem pela esquerda e permaneceu na área. No cruzamento de Daniel Alves, a sua cabeçada parou na grande defesa de Ochoa.
Para conter qualquer esboço de animação do Brasil, o México mostrou a Daniel Alves que também sabia jogar duro – postura que impacientou o habitualmente sereno coordenador técnico Carlos Alberto Parreira, pois o árbitro apitava poucas faltas. Só Ramires foi punido com um cartão amarelo no primeiro tempo de partida.
Faltou emoção nos minutos que antecederam o intervalo. Pelo menos, dentro de campo. Nas arquibancadas, os mexicanos aproveitaram os momentos de desânimo da torcida brasileira para chamar Júlio César de “p...” a cada reposição de bola. Fizeram tanto sucesso que acabaram copiados pelo público adversário, já entediado de cantar que é “brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
Felipão tentou contentar os brasileiros com a “alegria nas pernas” de Bernard, como gosta de dizer, no lugar de Ramires no segundo tempo. Parecia que daria certo. Logo em sua primeira participação, o jogador arrancou em velocidade pela direita e fez um bom cruzamento para Neymar, interceptado pela zaga. O que se seguiu, contudo, foi uma série de finalizações mexicanas. Com direito a gritos de “olé’ para a troca de passes visitante.
Neymar pediu o apoio da torcida, que não foi suficiente para o Brasil conquistar a sua segunda vitória
O técnico do Brasil, então, precisou agir novamente. Sacou Fred para a entrada do aplaudido Jô pouco após Neymar cobrar uma falta com perigo, para fora. O camisa 10 melhorou com a mudança de companheiro de ataque. Aos 23 minutos, estufou o peito para dominar a bola dentro da área e bateu forte, mas em cima de Ochoa. Houve quem berrasse “gol” antes da hora.
Tão desesperado quanto a torcida nos minutos finais, a Seleção Brasileira passou a abusar dos lançamentos longos e das jogadas aéreas. A última grande oportunidade de gol foi justamente pelo alto. Aos 40 minutos, Neymar levantou a bola na área em cobrança de falta da esquerda, e Thiago Silva não marcou o gol de cabeça porque Ochoa defendeu bem para provar ao Brasil outra vez que “sí, se puede”.

Sem Hulk, Felipão apostou em Ramires e manteve o seu 4-2-3-1. O volante foi importante pelo lado direito do campo, fechando as subidas de Guardado e Layún e dando mais proteção a Daniel Alves – em conjunto com Luiz Gustavo, que também trabalhava por ali. Em compensação, a opção de posicionar Oscar pelo lado esquerdo e Neymar centralizado não mostrou resultados. Já o México manteve o time da vitória sobre Camarões, composto no 5-3-2. A força da formação de Miguel Herrera foi as subidas pelas laterais, especialmente com Héctor Herrera pela direita, que ajudava bastante no equilíbrio do time.
O NÚMERO
22
Foram 22 passes certos de Paulinho durante os 90 minutos. Nenhum dos jogadores de linha que permaneceram em campo durante o jogo todo acertaram menos passes. Representa bastante a inoperância do volante, que em teoria deveria ser um dos principais responsáveis pela saída de bola. Além disso, seu aproveitamento no fundamento foi de 79%, superior apenas ao de Júlio César e a dos dois centroavantes. Foi uma alma vagando pelo campo, sem ajudar nem com a bola e muito menos sem ela.
Jogador por jogador, as avaliações de Brasil 0×0 México
Brasil
Júlio César – 7
Estava na bola em todos os chutes de fora da área, mas a rebatida para frente no chute de Jiménez, no final do jogo, assustou.
Daniel Alves – 5
Partida fraca do lateral-direito brasileiro. Pouco efetivo no ataque e discreto na defesa.
Thiago Silva – 7
Seguro, bem posicionado, ganhou praticamente todas as bolas por cima e por baixo.
David Luiz – 6,5
Grande partida do camisa 4. Seguro e confiável, ainda se arriscou no ataque quando o Brasil perdia o meio de campo.
Marcelo – 5,5
Buscou o jogo e se apresentou na ponta-esquerda e no meio, mas foi pouco criativo e efetivo no apoio.
Luiz Gustavo – 7
Recuado como quase um terceiro zagueiro, o volante foi bem, ajudou a preencher espaços, desarmou e marcou bem. Praticamente o único homem de meio de campo a fazer uma boa partida.
Paulinho – 3,5
Perdido, lento, mal posicionado. Paulinho não foi nem sombra do jogador que foi na Copa das Confederações: errou passes, não marcou, não criou nada do meio para frente. Parecia com o freio de mão puxado.
Oscar – 5,5
Oscar não conseguiu repetir a boa atuação do jogo contra a Croácia. Sem uma posição definida, pouco produziu, tanto na esquerda, quanto na direita ou no centro. Foi mais efetivo no combate.
(Willian – Sem nota)
Entrou muito tarde e pouco pôde participar.
Ramires – 5
Sumido, apareceu pouco tanto no ataque quanto na defesa. Saiu no intervalo.
(Bernard – 6)
No primeiro lance ofensivo fez um excelente cruzamento para Neymar, que o zagueiro Rodrigues tirou. Também cruzou para a cabeçada de Tiago Silva que Ochoa salvou  e deu alguns passes, mas Bernard não foi bem, errou alguns passes fáceis e não conseguiu criar muito.
Neymar – 6
Neymar chamou a responsabilidade, mas, sozinho, exagerou no individualismo. Quando acertou, sua cabeçada parou nas mãos de Ochoa.
Fred – 3,5
O camisa 9 se movimentou mais do que no jogo de estreia, mas ainda foi pouco. Os três impedimentos ainda na metade do primeiro tempo também comprometeram. No mais, pouca participação do centroavante.
(Jô – 4,5)
Tentou se movimentar um pouco mais que Fred, mas foi mal tecnicamente, errando passes e chutando uma boa bola para fora.
México
Ochoa – 8,5
O Brasil não jogou bem, mas criou situações de perigo. Quando criou, parou nas mãos do goleiro mexicano, que fez a melhor atuação de um goleiro até agora na Copa.
Aguilar – 5,5
Mais preso para ajudar na marcação a Marcelo e Neymar, o ala direito teve uma atuação discreta.
Rodríguez – 5,5
Mesmo sendo lento, conseguiu ir razoavelmente bem na marcação a Neymar, mas deixou o camisa 10 brasileiro se antecipar e cabecear perigosamente no final do primeiro tempo.
Márquez – 5,5
No centro da zaga mexicana, foi razoável. Bem posicionado, conseguiu anular Fred, mas perdeu alguma bola por cima.
Moreno – 6,5
O melhor zagueiro mexicano na partida, Moreno conseguiu desarmar e começar as jogadas.
Layún – 6
Apoiou bastante e ajudou Guardado pelo lado esquerdo do ataque mexicano. Mas não explorou tanto as costas de Daniel Alves como poderia.
Herrera – 6,5
Com bons chutes de fora da área, o meia mexicano teve boa participação na partida, ajudando a defesa e criando lances de perigo no ataque, ainda que sempre de longe.
(Fabián – sem nota)
Entrou no final e jogou pouco para ser avaliado
Vázquez – 6
Discreto na proteção da zaga mexicana, ainda conseguiu arriscar um chute perigoso de fora da área.
Guardado – 7
Guardado criou, marcou, apoiou e levou perigo em chutes de fora da área e bolas paradas. Depois de Ochoa, o melhor mexicano na partida.
Giovani dos Santos – 5,5
Tentou recuar para armar o jogo mexicano, mas não conseguiu. Quando colava em Peralta, era facilmente anulado  por David Luiz e Thiago Silva.
(Jiménez – sem nota)
Entrou no final e, tirando um chute defendido por Júlio César, jogou pouco para ser avaliado.
Peralta – 5,5
Tirando uma boa jogada no primeiro tempo, o centroavante pouco participou das ações ofensivas do México e foi bem anulado pela dupla de zaga brasileira.
(Chicharito Hernández – 5,5)
Entrou no lugar de Peralta e tentou se movimentar mais. Conseguiu levar vantagem num lance contra Thiago Silva e arrumou uma falta perigosa.

A HISTÓRIA DOS INGRESSOS DA COPA DO MUNDO


80 years of World Cup ticket designs


We look back at the history of FIFA World Cup ticket design from 1930 onwards.

FIFA World Cup 2014 is underway, and for those lucky spectators who have managed to get a ticket for one or more of the tournament matches, it's a little piece of print design they'll probably cherish for years to come.
But one thing's for sure, that design will be a long way from the ticket designs of the early years of the World Cup. In those first tournaments, tickets were printed with minimal branding and almost no focus on design. But over the years, they have become more elaborate and creative. When Mexico hosted the World Cup in 1970, official logos and branding were created specifically for the tournament and have continued to be produced for every tournament since.
Looking back now, in a similar way to our selection of World Cup posters, some of these tickets are wonderful items whereas others look a little odd. Some contained useful information, whereas some were made to be small pieces of art. Let's start at the beginning...

1930: Uruguay vs Argentina World Cup Final

World Cup tickets
This very first World Cup Final ticket, featuring a slab typeface and two-colour scheme, is pretty standard design-wise. Despite that, it now retails for £1,000 as a collector's item.

1934: Spain vs Brazil first stage

World Cup tickets
The 1934 ticket provided more typographic variation, with four different styles of font (standard, italic, bold and calligraphy) and the venue location in a 3D font style. Host nation Italy is represented by the Roman artwork in the background and the mosaic tiling around the border, all using a blue and white colour scheme, which is still visible despite the age of the ticket.

1938: France vs Belgium first stage

World Cup tickets
An early sign of the influence of minimalism, this rare ticket has been preserved well as it still shows the original off-white card stock, the combination of font styles used and the unusually placed green stripe in the top right hand corner.

1950: England vs Spain first stage

World Cup tickets
After the World Cup had taken a break for 12 years, this collection of 1950 tickets built upon the  style of the 1938 tickets. Using a three-tone colour scheme, this was the first World Cup ticket to contain a stub.

1954: West Germany vs Hungary World Cup Final

World Cup tickets
This 1954 Brazil ticket marks a return to a more stardard design style, with the stub design gone and just a couple of (fairly random) graphic elements to add interest.

1958: Sweden (various)

World Cup tickets
The 1958 World Cup saw a more attractive and thoughtfully designed set of tickets, with nice use of typography and the colourful horizontal stripe balanced nicely with the emblem in the top-right corner.

1962: Brazil vs Czechoslovakia World Cup Final

World Cup tickets
The 1962 ticket was styled upon a trading card game form factor, with a clean colour scheme rounded off with the white of the card stock. This example is a little faded, but the Pele signature makes up for that.

1966: England vs West Germany World Cup Final

World Cup tickets
This 1966 ticket expanded on the trading card form factor, with a stub-like design making it clear what entrance to use and where you should stand or sit down.

1970: Brazil vs England quarter-final

World Cup tickets
1970 marked the arrival of World Cup branding on the ticket designs. Note the addition of the logo design in the top-left and the time displayed in analogue format on the right-hand side of the date.

1974: Australia vs Chile first stage

World Cup tickets
The 1974 ticket also includes the logo, with its colour scheme informing the design. This ticket is particularly user-friendly for the spectator, with an analogue clock indicating the start time, and the seating display, plus corresponding seat numbers, making it easy to find where you need to be.

1978: Netherlands vs Argentina World Cup Final

World Cup tickets
1978 saw a new approach to ticket design, based on a traditional stadium scores and statistics board. There's all the information you need, without the design seeming cluttered. The time is still displayed in analogue, as well as being displayed in 24-hour format above the clock and the date underneath.

1982: West Germany vs France semi-final

World Cup tickets
The ticket for the 1982 World Cup, hosted by Spain, is designed around the colours of that nation's flag. Here we see the first use of digital clock, and for the first time the price of the ticket is displayed.

1986: Soviet Union vs Canada group stage

World Cup tickets
The 1986 ticket uses similar branding to the previous occasion Mexico hosted the World Cup in 1970 but retains the traditional scoreboard layout of the 1978 ticket.

1990: West Germany vs Argentina World Cup Final

World Cup tickets
With a slightly washed out colour scheme representing the colours of the Italian national flag, the 1990 ticket design sees the return of 3D text, as first seen in 1934.

1994: Brazil vs Italy World Cup Final

World Cup tickets
The 1994 ticket uses a huge splash of colours; including the red, white and blue of the national flag. The tickets were sold in two formats, portrait and landscape, both heavily branded with the World Cup USA logo and the FIFA World Cup logo. A series of different font weights, from light to bold, are used - even in the logo itself.

1998: France vs Brazil World Cup Final

World Cup tickets
The 1998 ticket combined a light blue and white colour scheme with a striking red globe (the colour has washed out over time). The text was printed using a dot matrix printer, which restricted what could be used: it was the first time since 1970 that a brand hasn’t been applied to the ticket design.

2002: Brazil vs Germany World Cup Final

World Cup tickets
The 2002 ticket is remininscent of heavy branding applied to the 1994 USA ticket. The ticket design incorporates the logo's colour scheme of gold, purple, green, blue and red and reinstates the ticket stub. This cut the hologram in half, showing the ticket is authentic and allowing ground staff to check attendees into the match.

2006: Italy vs France World Cup Final

World Cup tickets
The 2006 ticket design is similar to that 2002's, and features the same custom-made font used in the logo, venue and team names. Each ticket was given a number, which is the only item printed on the stub of the ticket; all other contents are held in the main body.

2010: Spain vs Netherlands World Cup Final

World Cup tickets
The 2010 ticket design combines design elements from the 2002 and 2006 tickets and borrows ideas from the 1994 USA ticket. Again using custom made typography, this ticket was printed vertically, with the stub being toned down into a barcode format, which corresponds with the barcode at the top of the ticket. The gold-yellow colour scheme fits in nicely with the green, red and purple used in the logo.