Monday, June 30, 2014

JOGO QUENTE!




ROBBEN ADMITIU QUE MERGULHOU, E NÃO SERÁ PUNIDO


Netherlands’ Robben Absolved of Wrongdoing (New York Times)

O Holandês Robben foi absolvido de irregularidade, e não será punido.

World Cup 2014: FIFA Will Not Discipline Arjen Robben for Diving 



FIFA said it would not open disciplinary proceedings against the Netherlands forward Arjen Robben, who admitted diving to try to win a penalty kick in Sunday’s victory over Mexico.
Robben was awarded a penalty in the 90th minute after the referee determined he was tripped by defender Rafael Márquez only yards from Mexico’s goal. Klaas Jan Huntelaar buried the subsequent penalty, which gave the Netherlands a dramatic 2-1 victory that eliminated Mexico.
Speaking with Dutch television afterward, Robben, who has a history of embellishing contact to win fouls and free kicks, acknowledged diving in the area during the game — just not on the play that preceded the winning goal.
Robben’s comments appeared to be an admission that he had violated Article 57 of FIFA’s disciplinary code, which states that any player “who violates the principles of fair play or whose behavior is unsporting in any other way may be subject to sanctions.”FIFA used the clause to punish Costa Rica’s Joel Campbell after he faked an injury in a World Cup qualifier against the United States last fall. Campbell’s acting in that incident earned United States defender Matt Besler a yellow card, but Campbell was issued only a reprimand.
“The one at the end was a clear penalty, but I have to admit there was an incident in the first half where I did dive,” Robben said. “I must apologize. I should not be doing that.” 
But on Monday a FIFA spokeswoman said that the disciplinary body could only act retroactively to look into “serious infringements” unseen by the referee. Instead, the spokeswoman, Delia Fischer, emphasized that referees were trained to spot diving and to issue yellow cards for it, and she appealed to “respect the spirit of fair play, which is the overarching message we have to all participants.”
FIFA’s president, Sepp Blatter, is on record supporting using video evidence after the fact to punish players who dive. Writing in a FIFA magazine in February, he said: “Video evidence can be used for serious breaches of the principle of fair play such as brawling, spitting at opponents, verbal insults and racist slurs, or for incorrectly awarded red or yellow cards. In cases such as these we must make use of the avenues already open to us and intervene after the event if necessary. 
“In this context, we should include the faking of injury, intentional diving or time-wasting in our considerations.”
Mexico’s coach, Miguel Herrera, was furious with the decision to award the late penalty to the Netherlands on Sunday, but that was only the loudest of his complaints about the referee, Pedro Proenca of Portugal.
But FIFA said Monday that those comments remained Blatter’s opinion, not policy. 
“Today, it was the man with the whistle who eliminated us from the World Cup,” Herrera fumed in statements that could draw their own rebuke from FIFA. He added, “Out of four matches, we had three matches where the refereeing was disastrous.”
Mexico had several run-ins with the officials in Brazil. One of the linesmen in its first game was removed from the officials pool after blowing two offside calls in the Mexicans’ first game, a tight 1-0 win over Cameroon. Each decision cost Mexico what replays showed was a clear goal.

Sunday, June 29, 2014

GOLAÇO

GOLAÇO

Saturday, June 28, 2014

LA LA LA (BRAZIL 2014)





Hino Brasileiro

Hoje tem jogo da seleção então vamos ao Hino Brasileiro



Thursday, June 26, 2014

COPA 2022 - Al Bayt Stadium

Al Bayt Stadium - Al Khor City

O Comitê Supremo de Entrega e Legado (SC) do Catar divulgou nesta semana imagens do estádio que receberá a semifinal da Copa do Mundo de 2022. Com 60 mil assentos, o Al Bayt Stadium, na cidade de Al Khor, já tem os primeiro trabalhos em andamento. A fase de construção deve ser iniciada em julho, e a expectativa é de entregar a obra em 2018. O vídeo abaixo mostrar como deve ficar a estrutura, que ficará próxima à costa e, cujo nome e design foram escolhidos em homenagem ao Bayt Al Sha'ar, uma tenda preto e branco tradicionalmente usados ​​por povos nômades no Catar e região

.

O novo estádio tem um design modular, que inclui um nível superior de assentos removíveis. Após a Copa do Mundo de 2022, esse setor será removido, e a capacidade será reduzida a 32 mil assentos. Os assentos removidos serão reconfigurados e doados a outros países para deixar um legado para o desenvolvimento do futebol internacional.

- O lançamento da Al Bayt Stadium, o segundo estádio proposto para a Copa do Mundo de 2022, é mais um marco do progresso. Até o final de 2014 nós teremos cinco estádios em construção, o que demonstra o nosso profundo compromisso em oferecer uma experiência incrível em 2022 - comentou o secretário-geral do Comitê Supremo de Entrega e Legado, Hassan Al Thawadi.

Sunday, June 22, 2014

O AÇOUGUEIRO! A VERDADE QUE NINGUÉM VIU!

A verdade que ninguém viu no jogo Camarões e Croácia, quando Alex Song pegou Mario Mandzukic. Você não pode ver na hora porque a faca erra invisível, agora com uma nova tecnologia fica bem claro!   

soc


ESSA COPA É UMA FARSA!

Wednesday, June 18, 2014

O LEGADO PARA O BRASIL E O MUNDO!


Sustentabilidade na Copa: o legado para o Brasil e o mundo.



Arena Fonte Nova
Arena Fonte Nova

Quem disse que não haverá legado positivo a ser deixado pela Copa do Mundo no Brasil? As doze arenas construídas nas cidades-sedes do maior evento da Terra são exemplos de sustentabilidade reconhecidos internacionalmente. Desde o uso de concreto reciclado na construção dos estádios, sistemas de reaproveitamento de água das chuvas, a gestão adequada de resíduos sólidos e a adoção de fontes renováveis de energia para iluminação, outras tantas medidas foram adotadas para minimizar os impactos ambientais. Inclusive a compensação de gases de efeito estufa, que provocam mudanças climáticas, emitidos durante todo o evento.
O padrão dessas ações é muito mais do que FIFA. É padrão LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Boa parte das doze arenas brasileiras já recebeu o certificado LEED concedido pelo US Green Building Council (USGBC), entidade máxima de reconhecimento internacional de construções sustentáveis mundo afora.
Em uma classificação que vai do selo LEED Certificado, Prata, Ouro até Platina , a autenticação máxima, assim ficaram as certificações das arenas brasileiras: LEED Prata para o Maracanã (RJ), Fonte Nova (Salvador), Mineirão (Belo Horizonte), Amazônia (Manaus) e Arena Multiuso de Salvador, além de Certificado LEED para o Castelão (Fortaleza). Nada impede que essa classificação melhore ainda mais. Se aperfeiçoarem seus padrões de sustentabilidade, os estádios podem galgar os selos mais nobres. Os demais estádios da Copa também passam por avaliações para receber a certificação LEED.
Hoje o Brasil já é o quinto país com maior número de projetos de edificações sustentáveis do planeta. Temos no país o significativo número de três milhões de metros quadrados brutos de espaços com certificação LEED. As novas arenas contribuíram muito para que essa posição de destaque fosse alcançada.
A LEED é o selo verde supremo para reconhecer construções sustentáveis. Não é fácil conquistá-lo. Os critérios exigidos pela USGBC são rígidos e englobam os parâmetros econômico, social e ambiental que compõem o triple botton line do Desenvolvimento Sustentável. Eles são mensurados em quesitos de liderança, inovação, gestão ambiental e responsabilidade social. Utilizada em 143 países, essa certificação avalia, entre outros, detalhes como a minimização de prejuízos socioambientais no entorno das construções, a economia de água, a utilização de novos materiais e de fontes de energia alternativas.
“À medida que os olhos do mundo caem sobre o Brasil, estes projetos estão demonstrando não só a aplicabilidade e a adaptabilidade do sistema de classificação do LEED no mundo inteiro, mas também a posição de liderança do país na vanguarda do movimento para construções sustentáveis de alta performance”, reconheceu Rick Fedrizzi, CEO e presidente fundador da USGBC, esta semana.
Para atingir o nível de qualidade desejável é preciso muito treinamento do pessoal envolvido na construção e administração das arenas. Segundo o site da FIFA, um workshop foi lançado em agosto do ano passado para melhorar o nível de conhecimento sobre as operações sustentáveis nas arenas. “São noções básicas e bem interessantes de como administrar uma arena de forma sustentável, respeitando as pessoas e a comunidade do entorno do estádio”, disse Lucas Silva, responsável pelo departamento de sustentabilidade da arena Pernambuco.
A arena Fonte Nova, na capital baiana, foi a primeira a receber o selo LEED. Era preciso atingir 40 pontos em requisitos básicos para conquistá-lo. O estádio, entretanto, conseguiu cumprir 53 pontos garantindo o LEED Prata. Contou positivamente o fato de que 100% do concreto do antigo estádio demolido foi reaproveitado na nova construção. O teto inovador que capta água das chuvas, a ventilação e iluminação naturais privilegiadas somaram pontos importantes.

Tuesday, June 17, 2014

BRASIL 0 X 0 MÉXICO


BRASIL 0 X 0 MÉXICO
Copa do Mundo - Grupo A

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 17 de junho de 2014, terça-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 60.342
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
Cartões amarelos: Brasil: Ramires e Thiago Silva; México: Aguilar e Vázquez
Brasil: Júlio César; Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires (Bernard) e Oscar (Willian); Neymar e Fred (Jô)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
México: Ochoa; Rodríguez, Héctor Moreno e Rafa Márquez; Aguilar, Herrera (Fabián), Vásquez, Guardado e Layún; Giovani dos Santos (Jiménez) e Peralta (Chicharito Hernández)
Técnico: Miguel Herrera
Estatísticas da equipe
14
Finalizações
13
8
Finalizações a gol
3
13
Faltas
18
53%
Posse de bola (%)
47%
5
Escanteios
3
3
Defesas
7
5
Impedimentos
0
0
0
2
2

         OCHOA, O MELHOR DO JOGO.
Ochoa defende chute de David Luiz no primeiro tempo de Brasil x M�xico (AP Photo/Themba Hadebe)
Guillermo Ochoa. O goleiro do México pode não ser muito regular, mas sabe ser espetacular. E foi demais no Castelão. Esteve muito seguro nas bolas aéreas e preciso nas saídas do gol. Sobretudo, demonstrou toda a sua elasticidade e os seus reflexos para espalmar a cabeçada de Neymar no primeiro tempo. Uma das defesas mais belas da Copa. No final, ainda estava no lugar correto para pegar a cabeçada à queima-roupa de Thiago Silva.
Melhores Momentos
FALTOU UM POUCO MAIS.
A TÁTICA
M�xico x Brasil
Brasil justifica o seu estigma e não sai do 0 a 0 com o México
Os mexicanos sabiam por experiências anteriores que “sí, se puede”, conforme eles gritaram durante todo o jogo desta terça-feira, no Castelão. Acostumado a encontrar dificuldades contra o México, o Brasil aumentou o seu estigma com um empate por 0 a 0 na segunda rodada do grupo A da Copa do Mundo. O resultado manteve as duas seleções igualadas na liderança, com 4 pontos cada.
Vindo de uma vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, o Brasil encontrou dificuldades para se posicionar com o meio-campista Ramires na vaga do atacante Hulk, com um incômodo na coxa esquerda, e levou alguns sustos do time que havia feito 1 a 0 sobre Camarões na estreia. No final, já com Bernard, Jô e Willian, tentou de todas as formas chegar ao gol. E parou na grande atuação do goleiro Ochoa.
Ainda invicto, mas sem 100% de aproveitamento, o Brasil jogará pela classificação às oitavas de final contra Camarões às 17 horas (de Brasília) de segunda-feira, no Mané Garrincha, enquanto Croácia e México irão se enfrentar na Arena Pernambuco. Camaroneses e croatas completarão a segunda rodada da chave na noite desta quarta-feira, na Arena Amazônia.
A Seleção Brasileira teve suas chances em Fortaleza, mas acabou parando no bom goleiro Ochoa
O jogo – Luiz Felipe Scolari teve novamente o ambiente que queria para uma partida da Seleção Brasileira em Copa do Mundo. O já tradicional Hino Nacional cantado à capela se repetiu no Castelão, levando às lágrimas até alguns voluntários da Fifa. A ideia para o jogo contra o México, no entanto, era não repetir também o nervosismo dos primeiros minutos da vitória sobre a Croácia.
Não foi possível eliminar todos os sinais de ansiedade. A Seleção deu a saída antes mesmo da autorização do árbitro Cuneyt Cakir. Errou alguns passes no princípio do jogo e não se mostrou ambientada à entrada do meio-campista Ramires no lugar do atacante Hulk, poupado. Era tudo o que o México queria para sedimentar a sua fortaleza no Ceará.
Sob os gritos de “sí, se puede” de seus torcedores, em grande número nas arquibancadas, os mexicanos justificaram o discurso do técnico Miguel Herrera e foram ao ataque. Não fizeram o goleiro Júlio César trabalhar com intensidade em suas investidas iniciais, porém aquilo era o suficiente para incomodar Felipão, irrequieto na área técnica.
Aos poucos, o Brasil ganhou terreno. O primeiro susto que deu nos mexicanos ocorreu aos 10 minutos, em um cruzamento da esquerda de Oscar. Fred arrematou firme, acertando o lado externo da rede – e ludibriando aqueles que gritaram “gol” e talvez o próprio assistente, que ameaçou correr para o centro do campo. Depois, ele ergueu a bandeirinha. Era a primeira das muitas vezes em que o centroavante brasileiro ficava impedido.
Fred não era o único que se mostrava deslocado. Daniel Alves irritou os mexicanos com algumas jogadas mais ríspidas, enquanto Ramires não sabia se atacava ou se defendia. Paulinho jogava como no Tottenham, e não como no Corinthians. Neymar tentou resolver o problema sozinho, com algumas arrancadas que levantaram o público presente, mas não conseguia transpor a bem armada defesa adversária.
Os mexicanos não se limitaram a defender e criaram problemas para o goleiro Júlio César
Como o Brasil não se impôs, o México retornou ao campo ofensivo. Peralta, o carrasco brasileiro nas últimas Olimpíadas, quase fez fila dentro da área de Júlio César. Mais tarde, Herrera testou o goleiro com uma finalização forte, de longe. A Seleção só foi responder aos 25 minutos, quando Neymar apareceu bem pela esquerda e permaneceu na área. No cruzamento de Daniel Alves, a sua cabeçada parou na grande defesa de Ochoa.
Para conter qualquer esboço de animação do Brasil, o México mostrou a Daniel Alves que também sabia jogar duro – postura que impacientou o habitualmente sereno coordenador técnico Carlos Alberto Parreira, pois o árbitro apitava poucas faltas. Só Ramires foi punido com um cartão amarelo no primeiro tempo de partida.
Faltou emoção nos minutos que antecederam o intervalo. Pelo menos, dentro de campo. Nas arquibancadas, os mexicanos aproveitaram os momentos de desânimo da torcida brasileira para chamar Júlio César de “p...” a cada reposição de bola. Fizeram tanto sucesso que acabaram copiados pelo público adversário, já entediado de cantar que é “brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
Felipão tentou contentar os brasileiros com a “alegria nas pernas” de Bernard, como gosta de dizer, no lugar de Ramires no segundo tempo. Parecia que daria certo. Logo em sua primeira participação, o jogador arrancou em velocidade pela direita e fez um bom cruzamento para Neymar, interceptado pela zaga. O que se seguiu, contudo, foi uma série de finalizações mexicanas. Com direito a gritos de “olé’ para a troca de passes visitante.
Neymar pediu o apoio da torcida, que não foi suficiente para o Brasil conquistar a sua segunda vitória
O técnico do Brasil, então, precisou agir novamente. Sacou Fred para a entrada do aplaudido Jô pouco após Neymar cobrar uma falta com perigo, para fora. O camisa 10 melhorou com a mudança de companheiro de ataque. Aos 23 minutos, estufou o peito para dominar a bola dentro da área e bateu forte, mas em cima de Ochoa. Houve quem berrasse “gol” antes da hora.
Tão desesperado quanto a torcida nos minutos finais, a Seleção Brasileira passou a abusar dos lançamentos longos e das jogadas aéreas. A última grande oportunidade de gol foi justamente pelo alto. Aos 40 minutos, Neymar levantou a bola na área em cobrança de falta da esquerda, e Thiago Silva não marcou o gol de cabeça porque Ochoa defendeu bem para provar ao Brasil outra vez que “sí, se puede”.

Sem Hulk, Felipão apostou em Ramires e manteve o seu 4-2-3-1. O volante foi importante pelo lado direito do campo, fechando as subidas de Guardado e Layún e dando mais proteção a Daniel Alves – em conjunto com Luiz Gustavo, que também trabalhava por ali. Em compensação, a opção de posicionar Oscar pelo lado esquerdo e Neymar centralizado não mostrou resultados. Já o México manteve o time da vitória sobre Camarões, composto no 5-3-2. A força da formação de Miguel Herrera foi as subidas pelas laterais, especialmente com Héctor Herrera pela direita, que ajudava bastante no equilíbrio do time.
O NÚMERO
22
Foram 22 passes certos de Paulinho durante os 90 minutos. Nenhum dos jogadores de linha que permaneceram em campo durante o jogo todo acertaram menos passes. Representa bastante a inoperância do volante, que em teoria deveria ser um dos principais responsáveis pela saída de bola. Além disso, seu aproveitamento no fundamento foi de 79%, superior apenas ao de Júlio César e a dos dois centroavantes. Foi uma alma vagando pelo campo, sem ajudar nem com a bola e muito menos sem ela.
Jogador por jogador, as avaliações de Brasil 0×0 México
Brasil
Júlio César – 7
Estava na bola em todos os chutes de fora da área, mas a rebatida para frente no chute de Jiménez, no final do jogo, assustou.
Daniel Alves – 5
Partida fraca do lateral-direito brasileiro. Pouco efetivo no ataque e discreto na defesa.
Thiago Silva – 7
Seguro, bem posicionado, ganhou praticamente todas as bolas por cima e por baixo.
David Luiz – 6,5
Grande partida do camisa 4. Seguro e confiável, ainda se arriscou no ataque quando o Brasil perdia o meio de campo.
Marcelo – 5,5
Buscou o jogo e se apresentou na ponta-esquerda e no meio, mas foi pouco criativo e efetivo no apoio.
Luiz Gustavo – 7
Recuado como quase um terceiro zagueiro, o volante foi bem, ajudou a preencher espaços, desarmou e marcou bem. Praticamente o único homem de meio de campo a fazer uma boa partida.
Paulinho – 3,5
Perdido, lento, mal posicionado. Paulinho não foi nem sombra do jogador que foi na Copa das Confederações: errou passes, não marcou, não criou nada do meio para frente. Parecia com o freio de mão puxado.
Oscar – 5,5
Oscar não conseguiu repetir a boa atuação do jogo contra a Croácia. Sem uma posição definida, pouco produziu, tanto na esquerda, quanto na direita ou no centro. Foi mais efetivo no combate.
(Willian – Sem nota)
Entrou muito tarde e pouco pôde participar.
Ramires – 5
Sumido, apareceu pouco tanto no ataque quanto na defesa. Saiu no intervalo.
(Bernard – 6)
No primeiro lance ofensivo fez um excelente cruzamento para Neymar, que o zagueiro Rodrigues tirou. Também cruzou para a cabeçada de Tiago Silva que Ochoa salvou  e deu alguns passes, mas Bernard não foi bem, errou alguns passes fáceis e não conseguiu criar muito.
Neymar – 6
Neymar chamou a responsabilidade, mas, sozinho, exagerou no individualismo. Quando acertou, sua cabeçada parou nas mãos de Ochoa.
Fred – 3,5
O camisa 9 se movimentou mais do que no jogo de estreia, mas ainda foi pouco. Os três impedimentos ainda na metade do primeiro tempo também comprometeram. No mais, pouca participação do centroavante.
(Jô – 4,5)
Tentou se movimentar um pouco mais que Fred, mas foi mal tecnicamente, errando passes e chutando uma boa bola para fora.
México
Ochoa – 8,5
O Brasil não jogou bem, mas criou situações de perigo. Quando criou, parou nas mãos do goleiro mexicano, que fez a melhor atuação de um goleiro até agora na Copa.
Aguilar – 5,5
Mais preso para ajudar na marcação a Marcelo e Neymar, o ala direito teve uma atuação discreta.
Rodríguez – 5,5
Mesmo sendo lento, conseguiu ir razoavelmente bem na marcação a Neymar, mas deixou o camisa 10 brasileiro se antecipar e cabecear perigosamente no final do primeiro tempo.
Márquez – 5,5
No centro da zaga mexicana, foi razoável. Bem posicionado, conseguiu anular Fred, mas perdeu alguma bola por cima.
Moreno – 6,5
O melhor zagueiro mexicano na partida, Moreno conseguiu desarmar e começar as jogadas.
Layún – 6
Apoiou bastante e ajudou Guardado pelo lado esquerdo do ataque mexicano. Mas não explorou tanto as costas de Daniel Alves como poderia.
Herrera – 6,5
Com bons chutes de fora da área, o meia mexicano teve boa participação na partida, ajudando a defesa e criando lances de perigo no ataque, ainda que sempre de longe.
(Fabián – sem nota)
Entrou no final e jogou pouco para ser avaliado
Vázquez – 6
Discreto na proteção da zaga mexicana, ainda conseguiu arriscar um chute perigoso de fora da área.
Guardado – 7
Guardado criou, marcou, apoiou e levou perigo em chutes de fora da área e bolas paradas. Depois de Ochoa, o melhor mexicano na partida.
Giovani dos Santos – 5,5
Tentou recuar para armar o jogo mexicano, mas não conseguiu. Quando colava em Peralta, era facilmente anulado  por David Luiz e Thiago Silva.
(Jiménez – sem nota)
Entrou no final e, tirando um chute defendido por Júlio César, jogou pouco para ser avaliado.
Peralta – 5,5
Tirando uma boa jogada no primeiro tempo, o centroavante pouco participou das ações ofensivas do México e foi bem anulado pela dupla de zaga brasileira.
(Chicharito Hernández – 5,5)
Entrou no lugar de Peralta e tentou se movimentar mais. Conseguiu levar vantagem num lance contra Thiago Silva e arrumou uma falta perigosa.